Nova Ordem e Governo Mundial

A origem do projeto da Nova Ordem Mundial se entrelaça com esoterismo e ocultismo

Texto de Bira Câmara

Em 510 antes de nossa Era, Clisteneo, avô de Péricles, instaurou em Atenas um governo colegiado, composto por sábios e místicos, que chamou “sinarquía”. Clisteneo reformou a constituição pitagórica da cidade e conseguiu manter-se no poder por algumas décadas.

Desde então a tentação de reunir poder religioso, poder econômico e poder cultural, não deixará de reaparecer ao longo da história. Os templários, na Idade Média, Francis Bacon e Tomas Morus, mais tarde, os humanistas do renascimento e, finalmente os Iluminados da Baviera, os socialistas utópicos, dariam continuidade ao mesmo projeto utópico. Não se trata somente de ideias vagas, mas da vontade inquebrantável de o colocar em prática.

A primeira referência explícita a uma conspiração visando o estabelecimento de um governo mundial apareceu em 1798 no livro de John Robison, Proofs of a Conspiracy against all the Religions and Governments of Europe. Robison denunciou ali uma suposta conspiração da ordem dos Illuminatti, destinada a substituir todas as religiões do mundo pelo humanismo e todas as monarquias por um governo mundial único. Desde então, o assunto foi retomado por inúmeros autores e a ideia da existência de um poder oculto, de um governo invisível que dirige as nações em direção a uma Nova Ordem, tornou-se cada vez mais comentada.

Na verdade, o projeto de Governo Mundial não tem nada de novo. Trata-se de uma ideia recorrente na história da humanidade: seu embrião é anterior à revolução francesa e já estava na mente de homens como Alexandre o Grande, Júlio César, Frederico II, Felipe o Belo e, modernamente, de Napoleão e de Hitler. Os grandes impérios do passado foram ensaios deste sonho que, invariavelmente, virou pesadelo. Assim foi com o império Romano e, depois dele, o império da Igreja Católica, que ainda — bem ou mal — continua de pé. Não é, portanto, por acaso que o projeto globalista desde o seu nascedouro trava um combate sem tréguas contra a Igreja, pois ela é um dos principais obstáculos contra a Nova Ordem, mesmo decadente.

Uma onda de misticismo esotérico e espiritualista varreu o Ocidente a partir da segunda metade do século XIX. Em grande parte ele começou a germinar a partir de escolas iniciáticas, ocultistas, com ramificações maçônicas. Essa onda esotérica coincidiu com o início do enfraquecimento político da Igreja, paralelamente ao surgimento do marxismo. Terá sido coincidência?

É inegável que várias sociedades secretas — a Maçonaria principalmente — tiveram participação na Revolução Francesa e atuaram para enterrar o ancien regime, junto com a Igreja. E essas sociedades, como braços de um único corpo, submetidos a uma única cabeça, fizeram o seu trabalho no plano político e no plano religioso. Na mesma época em que surgiram o espiritismo e a teosofia, houve também na Europa o ressurgimento da atividade rosacruciana sob a forma de várias sociedades secretas. Sabemos que uma das teosofistas mais destacadas, Annie Besant, era amiga de Eleanor, uma das filhas de Marx, e antes de ingressar no movimento teosófico chegou a participar de reuniões na casa dele.

Os teosofistas são responsáveis pela crença moderna na existência de uma elite espiritual, a Grande Fraternidade Branca, que seria um verdadeiro “Governo Oculto do Mundo”. Basicamente, esta crença coincide com o conceito de Sinarquia, que nada mais é do que a utopia da organização da sociedade de uma maneira racional e humana, promotora da justiça social, através da aplicação, no campo social, do princípio da Lei da Analogia que supostamente governa o Universo e o Homem. Essa Lei, que é a mesma que regula a vida de uma célula, deve dirigir a vida do próprio homem e também a coletividade humana. O conhecido axioma hermético segundo o qual “o que está em cima é igual ao que está em baixo” é a chave para uma organização social perfeita, harmoniosa e justa, que outra coisa não é senão a Sinarquia.

Mas a ideia sinárquica acabou deturpada, e o projeto de Governo Mundial que está em andamento (segundo alguns espiritualistas) é obra de sociedades secretas ou Lojas Sinistras, aparentemente sem nenhuma ligação umas com as outras, todas elas obedecendo a determinada diretriz proveniente de um único centro diretor.

Vários autores afirmam que a Maçonaria européia foi infiltrada pelos remanescentes da Ordem Illuminati, que a transformaram em instrumento para a implementação do Governo Mundial, da substituição das monarquias e da velha aristocracia pelo sistema republicano, e, no final das contas substituir as antigas dinastias da nobreza pelas novas dinastias do poder financeiro. Os Rothschilds, os Rockefellers, os Warburgs, etc., formam a nova casta aristocrática no topo da pirâmide do poder no mundo.

Em plena Guerra Civil americana, o presidente Lincoln declarou: “Possuo dois grandes inimigos: o exército sulista à minha frente e os banqueiros à retaguarda. Dos dois, o que está atrás de mim é o meu maior inimigo…” Ele reconheceu, portanto, que já na sua época o poder monetário internacional (encarnado pela Dinastia Rothschild) aspirava à hegemonia mundial, acima até mesmo das das nações.

Esoterismo, Sinarquia e Governo Mundial

Fictícia ou real, é inegável que a ideia de um governo mundial seduziu muitos filósofos e escritores ao longo do tempo e muitos fundaram sociedades secretas destinadas a trabalhar por isso. Nestas organizações, o princípio subversivo ficava mascarado por “ideais fraternais” ou “pesquisas metafísicas”.

Desde há muito tempo algumas tradições esotéricas debruçaram-se sobre o governo da sociedade. Como exemplo, podemos citar os textos de inspiração rosacruciana de Jean Valentin Andreae postulando o estabelecimento de uma “República Cristianopolitana”, assim como a “Cidade do Sol” de Campanella, a “Nova Atlântida” de Francis Bacon, ou a célebre “Utopia” de Thomas More. Entre os maçons do século XVIII, influenciados pelo rosacrucianismo, havia a tradição dos ‘Superiores Desconhecidos’, Iniciados que atingiram um tal grau de realização espiritual, que são capazes de decidir sobre o que convém aos indivíduos e à sociedade. Isso não só deu origem a inúmeras controvérsias, como certamente tem inspirado muita gente que se acha com o direito de assumir esse papel.

Todas estas utopias se basearam na ideia de uma sociedade governada por Sábios e Iniciados, tal como se pode ver no “Colégio da Luz” com que sonhou João Comenius.

Dos vários grupos ocultistas na segunda metade do século XIX, originou-se (na França, principalmente) a Sinarquia moderna cujo grande teórico foi Saint-Yves d’Alveydre (1842-1909). Amigo de Stanislas de Guaita e de Papus, Saint-Yves propunha uma nova forma de organização social com a “marca, o plano, os projetos de instituições dos antigos rosacruzes do século XVII. Um dos principais idealizadores desse universalismo foi Comenius, que a UNESCO considera hoje em dia como seu mentor”. Este sistema filosófico-político sinárquico, tinha o objetivo de instaurar uma sociedade perfeita governada por sábios (como a República de Platão).

Comenius

Comenius — Jan Amós Komensky (1592-1670), reformador pedagógico, líder religioso tcheco e rosacruz —, queria que toda a humanidade fosse uma só família, com uma língua comum, uma mesma educação e um só governo. Os sinarquistas do século dezenove substituíram os sábios da República de Platão por uma elite dirigente de empresários e financistas. O resultado é um sistema de governo que deve ficar nas mãos de uma aristocracia econômica dotada de ideias “altruístas e humanitárias”, com capacidade de transformar a sociedade na direção de um modelo mais justo.

Saint-Yves D’Alveydre

Todos esses projetos parecem bonitos no papel e repletos de ótimos propósitos, mas não podemos esquecer que o inferno está forrado de boas intenções. Saint Yves influiu decisivamente na obra de John Ruskin, o último dos socialistas utópicos, que misturou ideais humanitários, princípios estéticos e contatos com a aristocracia econômica inglesa. Ruskin, por sua vez, inspirou a criação da Sociedade Fabiana em 1883, uma ligação entre o socialismo utópico e o socialismo trabalhista britânico, precursor das atuais sociais democracias europeias. As ideias fabianas coincidem com quase todas as de Saint Yves; mas os fabianos ingleses foram mais adiante, definindo estratégias e táticas. Fundaram também a Escola de Economia de Londres, que formou as elites financeiras que implementaram o capitalismo liberal ocidental nos últimos cem anos, começando com os Rothschilds, os Rockefellers, e depois por muitos políticos europeus.

O economista Sydney Webb, um dos fundadores da Sociedade Fabiana, teve em Cecil Rhodes um fervoroso discípulo. Rhodes criou uma sociedade secreta para trabalhar pelo governo mundial, a Round Table (Mesa Redonda), que mais adiante pariu o CFR…

A Comissão Trilateral, criada em princípios dos anos 70, também se inspirou nas ideias de Saint-Yves, através de Ruskin e da Sociedade Fabiana. Esta entidade — continuando com o velho projeto sinárquico — agrupou pessoas do mundo da alta finança, da política e da cultura, sobre um programa supostamente humanista, em defesa da qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável. Assim, pode-se considerar a Comissão Trilateral e suas correias de transmissão como herdeiras do projeto sinárquico.

Estas organizações, em conjunto com o chamado grupo de Bilderberg e o Clube de Roma, trabalham com os mesmos objetivos: estabelecer um Governo Mundial, destruir o conceito de identidade nacional, substituir todos os credos religiosos por uma nova religião “sintética”, materialista, uma nova sociedade sem os valores morais judaico-cristãos. Esta é das razões por que os globalistas adoram socialistas e comunistas, pois estes se empenham incansavelmente para substituir a religião pelo coletivismo, pelo conceito de que os indivíduos não são nada comparados com a sociedade vista em seu longo prazo, e que somente servindo à sociedade o indivíduo pode tornar-se conectado com a eternidade.

Um dos propósitos da Nova Ordem Mundial deve ser, de acordo com seu mais fervoroso adepto, o socialista fabiano H. G. Wells, criar uma nova religião. Nela, Deus deve ser destronado para dar lugar a este conceito coletivista. Em vez de sonharmos com um mundo melhor no além, sonharemos com o mundo perfeito aqui na Terra.

Antissemismo, conspiracionismo e teorias delirantes

Com a internet, surgiu uma verdadeira enxurrada de teorias conspiratórias sobre este assunto, colocando até mesmo o Vaticano como cúmplice do projeto da N.O.M. No entanto, os primeiros autores que denunciaram essa conspiração eram ligados à Igreja Católica e viram nesse projeto uma tentativa satânica de sua destruição. Autores como Leon de Poncins, o Conde Cherep Spiridovitch, Gustavo Barroso, entre outros, acusaram a Maçonaria de ser dirigida secretamente pelos judeus, com o propósito de destruir o Cristianismo e tornarem-se donos do mundo. Apesar de levarem a sério um livro fraudulento, Os Protocolos dos Sábios de Sião, levantaram fatos inquietantes sobre a influência nefasta de banqueiros judeus — os Rothschilds principalmente — nos bastidores da política mundial nos séculos dezenove e vinte. Segundo esses autores, banqueiros judeus americanos financiaram a revolução bolchevique na Rússia e passaram a controlar o governo americano através da criação do Federal Reserve.

O Governo Mundial Secreto
A mão invisível
Conde Cherep-Spiridovich
Fatos não revelados na História – 100 “Mistérios” históricos explicados
Brochura, 236 páginas, formato 14 X 20 cm.
tradução de Marcio E. Blay & A. Parisi
Adversum Editorial

No seu livro “Governo Secreto Mundial, a Mão Invisível” (1926), Spiridovitch afirma textualmente que os Rothschilds financiaram Napoleão, Bismark, fomentaram a Guerra Civil americana e estiveram por trás do assassinato de Lincoln e de seis Czares pelo menos.

Já Leon de Poncins nos conta que as duas guerras mundiais foram concebidas ainda no século XIX pelo célebre líder maçônico americano Pike e o revolucionário italiano Mazzini. A fonte citada por ele é a correspondência trocada entre ambos. Essas duas guerras teriam como objetivo final criar condições para o estabelecimento de um Governo Mundial, que viria após uma terceira, em que a Civilização Cristã seria manipulada para o confronto final contra o mundo islâmico.

Os autores “conspiracionistas” são unânimes em citar a célebre frase do chanceler da Alemanha Walter Rathenau, nos anos vinte, referindo-se a um misterioso grupo de “300 pessoas influentes que controlariam os destinos do mundo e fazem seus sucessores”. Ele referia-se a uma elite de magnatas, financistas e industriais que constituíam um verdadeiro governo mundial secreto. Segundo o Dr. John Coleman (autor do livro “O Comitê dos 300”), esse grupo existe até hoje, renovado é claro.

Muitos autores compartilham essas ideias, como David Icke, Dean Henderson e Jan Van Helsig. Mas Icke enveredou por uma visão delirante, misturando satanismo, controle mental e extraterrestres na conspiração.

O assunto é inesgotável e polêmico, beirando o fantástico. Dentre as muitas conjecturas, de concreto mesmo é que existem na verdade 3 projetos globalistas visando o Governo Mundial: o projeto Ocidental dos banqueiros internacionais, que tem como eixo os EUA, a Inglaterra e a Comunidade Européia; o projeto Islâmico e o Asiático Russo-Chinês, que engloba também países como Cuba, Coréia do Norte, Venezuela, Bolívia e até o Brasil.

Nova Ordem Mundial, um saco de gatos

Para acusar os americanos de fascistas, a esquerda não se cansa de lembrar que o nazismo recebeu apoio e dinheiro de capitalistas americanos. Isso é fato, mas a mesma esquerda se cala quanto ao apoio financeiro de banqueiros americanos dado aos bolcheviques na revolução russa. Lênin foi praticamente um mero agente de Otto Kuhn, Shiff, Warburg, que junto com outros membros da quadrilha de banqueiros já controlavam o governo americano na época, e tinham interesse na destruição dos Romanovs.

Essa quadrilha já implementava o projeto de controlar todas as nações do mundo através do sistema financeiro e, ao longo do tempo, estabeleceu uma verdadeira rede sobre todo o planeta. Como financistas, eles sabem que é impossível controlar a economia, mas podem controlar — e controlam — o sistema financeiro, e os cofres das nações através dos bancos centrais.

A ONU, o Banco Mundial, a UNESCO, e incontáveis fundações e organizações não oficiais como a Round Table, o CFR, o grupo de Bilderberg, o Clube de Roma, etc., são instrumentos para estabelecer o Governo Mundial, a Nova Ordem que vários presidentes americanos citaram explicitamente em seus discursos. Um projeto de tal magnitude, que vem sendo colocado em prática há pelo menos uns duzentos anos, não pode ser instaurado da noite para o dia. Para ser aceito mais facilmente, é imprescindível derrubar vários paradigmas da nossa civilização, tanto no campo político, econômico, cultural quanto religioso. E isso vem sendo feito até por gente que não sabe que está trabalhando pelo mesmo objetivo.

Cada autor que aborda esse assunto tem uma visão diferente do outro, identificando os vilões de acordo com sua matiz ideológica ou religiosa: para os evangélicos, o Vaticano faz parte da conspiração, enquanto que os católicos acham que a Nova Ordem pretende destruir a Igreja; a esquerda acusa os globalistas de fascistas, já a direita não tem dúvida que pretendem implantar uma ditadura socialista; os antissemitas dizem que a N.O.M. é sionista, e os judeus o contrário, que ela é inimiga do Estado de Israel. Para confundir ainda mais as pessoas, um grande número de internautas — influenciados por autores como David Icke — acredita que há um conluio entre a elite promotora do Governo Mundial e extraterrestres maléficos que controlam o destino da humanidade desde tempos imemoriais.

Durma-se com um barulho desses!

Por que os Banqueiros adoram a Esquerda?

Texto de Henry Makow

Conde Cherep-Spiridovich

O Conde Cherep Spiridovich foi um general Czarista que lutou contra os bolcheviques durante a Revolução Russa de 1917.

Em 1926, ele publicou um livro intitulado “O Governo Secreto do Mundo”, que mostra como o plano de Rothschild para estabelecer a tirania mundial domina a história moderna.

O fato de que “O Governo Secreto do Mundo” é geralmente considerado “de direita” e “antissemita” é revelador:

1) Isso mostra que a imprensa sofreu uma lavagem cerebral e está subvertida pela conspiração Rothschild.

2) Revela como a questão do falso antissemitismo desvia a atenção da ameaça mortal real para a humanidade.

3) Explica o verdadeiro significado da “extrema direita” e por que a esquerda é um instrumento dos banqueiros.

Exemplo: A GUERRA CIVIL AMERICANA

Compararemos o tratamento desta guerra no livro de Spiridovich, com “A História dos Povos dos Estados Unidos” de Howard Zinn, um judeu de esquerda que é incapaz de pronunciar a palavra “Rothschild”.

Cherep-Spiridovich cita uma entrevista com o chanceler alemão Otto von Bismarck em 1876. Bismarck explicou que os Rothschilds controlavam a Europa e estavam preocupados que os EUA se tornassem independente deles, e continuasse a existir como uma nação.

“Eles previam um espólio considerável se pudessem substituir duas democracias débeis, endividadas para os financistas judeus em vez da República vigorosa, confiante e independente. Portanto, eles [instruíram] … seus emissários para explorar a questão da escravidão e, portanto, cavar um abismo entre as duas partes da República.” (Cherep-Spiridovich)

Os Illuminati usaram a ordem Franco-Maçônica dos “Cavaleiros do Círculo de Ouro”, formada em 1854 por George W. L. Bickley, para espalhar a tensão racial, fazendo da escravidão uma questão crucial. Entre os seus membros contavam-se o assassino de Lincoln John Wilkes Booth, o presidente confederado Jefferson Davis e seu assessor Judah P. Benjamin, secretário da Confederação da Guerra, um agente de Rothschild.

O plano era dividir os Estados Unidos entre a Inglaterra, controlada por Lionel Rothschild e a França, controlada por James Rothschild. A França deveria assumir todo o Sul enquanto o Canadá anexaria o Norte derrotado. Em 1863, a França e a Espanha invadiram o México com 30.000 soldados. Os Estados Confederados ofereceram a Louisiana e o Texas para a França em troca de ajuda.

A Inglaterra e a França estavam prontas para estrangular a jovem república, mas foram impedidas pela Rússia, a única potência europeia que ainda não estava sob a influência dos Rothschilds. O Czar Alexandre II enviou sua frota para Nova York e San Francisco e declarou que um ataque a Lincoln seria um ataque contra a Rússia.

Enquanto isso, Lincoln criou o dólar (greenbacks) para financiar a guerra e escapar da dívida com o capital estrangeiro. “Eles compreenderam imediatamente que os Estados Unidos iriam escapar de seu controle”, disse Bismarck. “A morte de Lincoln foi decidida. Nada era mais fácil do que encontrar um fanático para golpeá-lo.”

Compare isso com a versão de Howard Zinn, que, apesar de “socialista”, não faz qualquer menção aos capitalistas europeus. Seu livro é um folhetim sobre a exploração dos pobres. Ela retrata a Guerra Civil como um choque entre “elites” capitalistas diferentes.

“A elite do Norte queria a expansão econômica … Os interesses dos estados escravagistas iam de encontro a tudo.” Mais uma vez, “o governo dos EUA estava determinado a conservar seu vasto território, com o seu mercado e recursos.”

Em outras palavras, o “capitalismo” e não os Illuminati Rothschild causaram essa guerra abominável que matou 500.000 soldados e fez oito bilhões de dólares em dívidas. Não é de se admirar que esses banqueiros, que são o verdadeiro stablishment, amam a Esquerda! Não é de se admirar que povoem nossas universidades com marxistas e feministas que nunca se perguntam por que recebem ótimos salários quando realmente desafiam o stablishment

Outro “tocador de flauta’ é Noam Chomsky, que atribui todos os males ao capitalismo e ao imperialismo norte-americano. Tanto quanto eu sei, ele nunca menciona os Rothschilds, os Illuminati, o Conselho de Relações Exteriores e a Nova Ordem Mundial. Ele afirma que Oklahoma City e o 11/09 não foram operações montadas internamente.

“Vamos apagar da memória dos homens todos os fatos dos séculos anteriores que são indesejáveis para nós”, dizem os “Protocolos dos Sábios de Sião”. “E deixar aqueles que descrevem todos os erros do governo dos goyim.” (Protocolo 16)

O problema não é o capitalismo americano, mas o controle do crédito do país através de um cartel internacional privado. Este grupo internacional está por trás do imperialismo ocidental e de todas as guerras.

O paradigma do grande governo contra o grande negócio desvia a atenção sobre os banqueiros Illuminati que dirigem ambos ao mesmo tempo. Este paradigma coloca a culpa sobre o capitalismo e os Estados Unidos, que estão sob o controle dos Illuminati há pelo menos um século.

Ele ensina cada nova geração a atacar seu país e a protestar contra a livre empresa, ajudando os banqueiros a avançar seu plano comunista.

Sempre foi pública e notória a complacência dos “capitalistas” pelos seus criados, os comunistas e socialistas. Plínio Salgado disse uma vez: “não há nada mais parecido com um ditador comunista do que um grande magnata capitalista”. Ambos têm o mesmo objetivo: eliminar toda a concorrência e oposição, e transformar todo o mundo em seu escravo…
A charge acima de Robert Minor, publicada no St. Louis Post-Dispatch em1911, ilustra muito bem essa afinidade. Karl Marx cercado por uma audiência de banqueiros e magnatas de Wall Street: John D. Rockefeller, J.P. Morgan, John D. Ryan do National City Bank e o parceiro de Morgan, George W. Perkins. Atrás de Karl Marx está Teddy Rosevelt, líder do Partido Progressista. (fonte: “Wall Street e a Revolução Bolchevique”, Arlington House Pub. 1974)

Antissemitismo

O antissemitismo é uma outra tática para desviar a atenção dos planos dos Rothschilds para a tirania mundial. Cherep-Spiritovitch conclui:

“De acordo com Bismarck, a terrível Guerra Givil foi fomentada por uma conspiração judaica, e Abraham Lincoln, o herói e santo nacional dos Estados Unidos foi morto pela mesma Mão Invisível que matou seis Czares Romanovs, dez reis e dezenas de Ministros, com o único propósito de conseguir sangrar mais facilmente suas nações”.

Ele não fala dos judeus em geral, mas somente daqueles que defendem a agenda Rothschild-Illuminati. Seu livro faz uma chamada para os judeus justos, e reconhece que muitos não-judeus também são vendidos.

“Os judeus devem denunciar os satanistas que corrompem os países onde eles procuraram asilo”, diz o prefácio: “Os gentios devem denunciar todos os Judas que aceitam subornos dos judeus”

Os banqueiros e seus agentes (B’nai B’rith, etc.) contornam este desafio, misturando aos Rothschilds todos os judeus. Assim, eles transformam uma questão política, cultural e econômica em uma questão racial que pode ser descartada como um “preconceito”.

A conspiração satânica dos banqueiros é a fonte de antissemitismo. Quanto mais os judeus se opuserem à ela, mais rapidamente o antissemitismo desaparecerá.

CONCLUSÃO

Um maluco de “extrema-direita” como Cherep-Spiritovich é alguém que defende a liberdade individual e a autonomia, a família, a nação, a raça e Deus. Os ideais evidentes de nossa sociedade são coisas que os Illuminati precisam destruir.

As classes dominantes foram enganadas ao acreditarem que eles estão trabalhando na construção do Admirável Mundo Novo. Na verdade, eles são cúmplices da escravidão mental, espiritual e talvez até mesmo física da humanidade.

Henry Makow, Pourquoi les Banquiers aiment-ils la Gauche?, https://henrymakow.wordpress.com/, tradução de Bira Câmara

Bibliografia:

Andrew Carrington Hitchcock, A Sinagoga de Satanás

Conde Cherep-Spiridovich, O Governo Mundial Secreto, A mão invisível, Adversum Editorial

Edward Griffin, O Futuro está chamando

Ernesto Milá, La sinarquía: la conspiración del dinero, la política y la cultura, publicado em CONSPIRACION Infokrisis

Fritz Springmeier, As 13 linhagens Illuminati

Jan Van Helsig, Sociedades Secretas e seu poder no Século XX, 1995, Editora Lux

John Coleman, Conspirator’s Hierarchy: The Story of The Comittee of 300, full text in https://archive.org/

L. Bertrand, A Maçonaria Seita Judaica, Ed. Minerva, 1938

Leon de Poncins, As Forças Ocultas no Mundo Moderno, Revisão Editorial, 2013

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